30 de setembro de 2011

Greves

Com a greve os funcionários dos bancos, por exemplo, reivindicam seus direitos.
Até aqui nada mal.
Mas como ficam os clientes que precisam do serviço deles?
Hoje vi cenas nada agradáveis nos caixas eletrônicos. Pessoas tendo seus direitos desrespeitados por causa dos direitos que outros reivindicam.
É ético defender seus direitos desrespeitando os direitos dos outros?
O governo deveria cortar o pagamento dos dias parados.

QUE PAÍS É ESSE?

25 de setembro de 2011

O pecado em São João Calábria

Pe. João Calábria sempre temeu e desejou viver longe do pecado. Sabia que o grande mal da humanidade, das famílias era o pecado e suas conseqüências são terríveis para a vida presente e para a eternidade. Vejamos nos pequenos trechos de suas cartas o que ele, na sua sabedoria escreveu sobre o pecado:
“Só o pecado é que pode arruinar a Obra (a Congregação). Ah, queridos, detestemos os nossos pecados, proponhamo-nos seriamente de recomeçar uma vida de verdadeiros cristãos, religiosos e não duvidemos um só instante do auxílio da divina Providência!” (CARTA III aos religiosos. 19 de março de 1933).
“De uma coisa só eu tenho medo e que pode acabar com a Obra: não viver segundo o espírito puro e genuíno, e o pecado. Só isso; tudo o mais contribuirá para que se cumpram os grandes, divinos desígnios”(CARTA XXXII      aos religiosos. Santa Quaresma, 1943).
“O pecado, hoje, não é mais pecado: é justificado; portanto, nenhum arrependimento, nenhum compromisso em mudar de vida. Isso, meus queridos, deve acabar” (CARTA XXXVIII aos religiosos. 25 de julho de 1944).
“Irmãos, Deus nos chama, continuamente nos chama. Quando vejo e ouço essas armas de guerra, semeadoras de destruição e de morte, tenho a impressão de ouvir a voz de Deus criador gritando a nós: “Chega, chega, chega de pecados! Vida verdadeiramente cristã no pleno sentido da palavra!” (CARTA XL       aos religiosos. Domingo de Ramos, 25 de março de 1945).
“Satanás está furioso, não quer a Obra, e lançará mão de todos os meios para destruí-la, se for possível. Como lhes disse, todavia, eu não temo inimigos externos. Aliás, as lutas, as contradições que vêm de fora servirão para consolidar-nos ainda mais. De uma só coisa eu tenho medo: do pecado. Tenho medo que o demônio procure e encontre auxiliares em alguns de nós. Meu Deus, que ruína isso seria! E que destino teriam os que profanassem a Casa de Deus com o pecado e se unissem ao demônio para prejudicar a Obra!”(CARTA LII aos religiosos. Santos Exercícios espirituais, 1947).
“A nossa primeira preocupação seja a nossa santificação. Ai de nós se não nos tornarmos santos! Lembrem-se que para santificar é preciso ser santos. Nós nos santificaremos vivendo o espírito puro e genuíno da Obra. Nenhuma provação externa, nenhum inimigo poderá destruir a nossa Obra. E se alguém tentar destruí-la os anjos de Deus defenderão essa Obra. Só eu posso arruinar esta Obra. Que responsabilidade!” (CARTA LXV aos religiosos. Verona, 8 de setembro de 1949).
“Devemos ser nós mesmos, sobretudo, a mortificar-nos, antecipando-nos à mortificação que vem do alto. Guerra, guerra ao pecado!” (CARTA LXX aos religiosos. Verona, 18 de novembro de 1951 – A. S.).
“Nós gostamos muito de referir-nos às nossas obras com o lindíssimo nome de “Casas do Senhor”. Como poderiam ser tais se nelas existisse o pecado? Pelo amor de Deus, procurem, procuremos todos fazer uma guerra contínua ao pecado. Se por infelicidade viessem a cometê-lo, imediatamente o tirem do seu coração com a contrição e com a confissão; que todos e cada um digam sempre ao pecado: daqui não se passa!”( CARTA LXXII aos religiosos. 28 de dezembro de 1951).
“Se realmente todos nos decidirmos a viver cristãmente, oh, então sim, o mundo mudará e os tempos serão melhores! Com a graça de Deus também as coisas materiais da terra irão para o seu devido lugar e teremos paz, enquanto que se vivermos como inimigos de Deus e no pecado, tudo irá mal e tudo será confuso” (CARTA LXXIV aos religiosos. 2 de março de 1952).

Maneiras de melhorar sua saúde

Escove bem seus dentes!

Vista-se de acordo com o clima.

Visite seu dentista regularmente.

Descanse.

Certifique-se que seu cabelo está seco antes de sair.

Se alimente direito.

Tome sol, mas use um protetor solar.

Use sempre o cinto de segurança.

Manere no álcool.

Sorria! Isso fará você se sentir melhor.

Não se culpe.

Tome banho.

Leia para exercitar seu cérebro.

Fique cercado pelos amigos.

Cuidado com o excesso de cafeína.

Faça exercícios.

Vá ao oculista.

Coma vegetais.

Acredite que as pessoas gostam de você como você é.

Perdoe e esqueça.

Tire férias.

Celebre todas as ocasiões.

Tenha um hobby para passar o tempo.

Ame ao outro como a ti mesmo.

Faça isso e com certeza você será uma pessoa melhor, mais feliz e muito saudável !!!!
Tenha uma excelente semana!

Imagens recebidas por e-mail

Religião! Que tipo?

Estamos numa época onde criam-se religiões que satisfaçam nossos desejos e vontades. Poucos realmente buscam uma religião que os comprometa com a Verdade e exija renúncias.


24 de setembro de 2011

Tua Palavra é verdade e vida - 26º domingo do Tempo Comum

Este último final de semana do mês de setembro é dedicado à Bíblia. A Igreja nos convida a refletirmos sobre a importância que damos à Palavra de Deus. 

No mundo existem diversas palavras. São vozes que gritam, falam, sussurram na busca de ouvintes. Muitas são palavras vazias que não levam a nada. Outras tentam nos indicar caminhos, mas por serem palavras meramente humanas, não indicam o caminho certo.

Isso não acontece com a Palavra de Deus. Mesmo tento passado milênios, ela continua sempre atual, viva e eficaz. São João Calábria dizia que a Palavra de Deus é consecratória, isto é, realiza aquilo que diz. Se dermos atenção às palavras dos homens, que hoje existem e amanhã não existem mais, tanto mais devemos dar atenção à Palavra de Deus que permanece para sempre.

Qual o objetivo da Palavra de Deus?

Ela nos ensina o caminho da vida e para a vida. O caminho da santidade pelo qual todos devemos andar. Sabendo que o ser humano pecou e se afastou de Deus, Ele próprio envia sua Palavra para que os homens voltem ao Caminho da Salvação.

A palavra nos purifica e nos leva a ter em nós “os mesmos sentimentos de Cristo” (Filipenses 2,5), como nos diz São Paulo. Ter os mesmos sentimentos que Cristo teve: humildade, prontidão, serviço, disponibilidade, paciência. São sentimentos necessários para que haja paz em nossas famílias e em nossas comunidades. Ao fazer esse apelo à comunidade de Filipos, São Paulo queria que eles superassem os conflitos existentes e se configurassem a Jesus Cristo. Esse apelo continua vivo e atual.

A Palavra nos convida à constante conversão. Jesus critica os sacerdotes e anciãos do povo porque ouviram o apelo de conversão que João Batista fez, mas não se converteram. Jesus repete as palavras do profeta Isaías: “Este povo somente me honra com os lábios; seu coração, porém, está longe de mim” (Mateus 15,8).

Hoje Jesus pode estar fazendo a mesma queixa para nós, que não damos atenção a sua Palavra.

Utilizando-se das palavras do profeta Ezequiel, Deus chama a atenção do povo dizendo que a sua conduta muitas vezes não é correta. Mesmo assim o Senhor se coloca compassivo, pronto a perdoar àqueles que se arrependerem de verdade.

Precisamos aprender com o Filho o que é viver a Palavra do Pai. Vemos que acolher não é fazer lindos discursos, mas vivê-la. Fazer da Palavra de Deus um hábito diário na nossa vida.

Jesus é exemplo para todos. Termino essa reflexão com as palavras de São Paulo falando da vida e missão de Jesus Cristo:

“Ele tinha a condição divina, mas não Se apegou à sua igualdade com Deus. Pelo contrário, esvaziou-Se a Si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-Se semelhante aos homens. Assim, apresentando-Se como simples homem, humilhou-Se a Si mesmo, tornando-Se obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso, Deus O exaltou grandemente, e Lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome, para que, ao Nome de Jesus, se dobre todo o joelho no Céu, na Terra e sob a Terra; e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai”. (Filipenses 2,6-11).

Pe. Hermes José Novakoski


LITURGIA DO 26º DOMINGO DO TEMPO COMUM 
I Leitura: Ezequiel 18,25-28
Salmo 24(25)
II Leitura: Filipenses 2,1-11
Evangelho: Mateus 21,28-32.

UMA GRANDE AMIZADE



 Quem disse que existe distância para amizade?
Quem disse que amigos são apenas os colegas?
Por que ainda duvida-se da força da amizade?
Até quando vamos esperar para confiar nos amigos?

Falo de amigos de longe
Que nem conheço pessoalmente
Mas que Deus tocou na alma
E nos aproximou para sempre

Amigos que a gente não esquece
Que caminham sempre, são presença.
Que nos ajudam a entender que a vida
É feita de coisas simples e de lembrança.

Hoje homenageio uma grande amiga
Que muito tem feito por mim
Só ela sabe tudo o que faz
Só eu sei o bem que me traz.

Descrever eu não consigo
Os versos vem me ajudar
Você, querida Rachel
Que ajuda a não desanimar.

Em preces louvo a Deus
Por tudo o que Ele me deu
Pela nossa linda amizade
Grande presente Seu.

Sinta-se abraçada neste dia
Celebrando mais um ano de vida
Continues sendo esta presença
Por muitos e por mim tão querida.

Deus Pai te abençoe e proteja
Continue te iluminando e cuidando
Para que sejas feliz até o fim
E na eternidade estaremos nos abraçando.

Parabéns neste dia
Parabéns por todos os dias!
Porque é mãe, amiga, conselheira
Sempre foi uma grande guerreira.

Homenagem e abraço do seu amigo e irmão em Cristo,
Pe. Hermes José Novakoski


Resposta em versos da amiga Rachel


SÃO TEUS OLHOS
Não sou tudo o que dizes. Quem dera fosse!
Teus olhos, sim, têm névoas de anjo
A verem filtrada em mim virtude inexistente.
Vêem como nacaradas as pérolas opacas
Da minha alma e me fazem melhor
Somente por teus olhos, que me sentem.

Que tens na alma, precioso amigo,
Que me faz querer-te, assim, um bem precioso?
Continuo a me sentir cativa e rendida
Aos teus sentires. Que os céus se espantem,
Se não fui um dia alma xipófaga
De tua alma, em remota e antiga vida!

Num relicário secreto e agora revelado,
Guardo a inestimável honra de ser tua amiga
Distante em distâncias, perto em teu coração.
ALGUÉM lá de cima dirá: - Que coisa boa!
- Passem os ventos do tempo,
Amigos são sempre amigos,
Amigos sempre serão.


OBRIGADA, PE. HERMES POR SUA AMIZADE. 

23 de setembro de 2011

Nós bebemos demais, fumamos demais...

Nós bebemos demais, 
fumamos demais, 
gastamos sem critérios, 
dirigimos rápido demais, 
ficamos acordados até muito mais tarde, 
acordamos muito cansados, 
lemos muito pouco, 
assistimos TV demais 
e rezamos raramente. 


Multiplicamos nossos bens, 
mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, 
amamos raramente, 
odiamos freqüentemente. 

Aprendemos a sobreviver, 
mas não a viver; 
adicionamos anos à nossa vida 
e não vida aos nossos anos. 
Fomos e voltamos à Lua, 
mas temos dificuldade em cruzar a rua 
e encontrar um novo vizinho. 

Conquistamos o espaço, 
mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, 
mas pouquíssimas melhores. 
Limpamos o ar,
mas poluímos a alma; 
dominamos o átomo, 
mas não nosso preconceito; 
escrevemos mais, 
mas aprendemos menos; 
planejamos mais, 
mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar 
e não, a esperar. 

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, 
produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. 
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; 
do homem grande de caráter pequeno; 
lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, 
vários divórcios, 
casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, 
fraldas e moral descartáveis, 
das rapidinhas, 
dos cérebros ocos 
e das pílulas "mágicas". 

Um momento de muita coisa na vitrine 
e muito pouco na despensa. 
Uma era que leva essa carta a você, 
e uma era que te permite dividir essa reflexão 
ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, 
pois elas não estarão por aqui para sempre. 
Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, 
pois não lhe custa um centavo sequer. 
Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, 
mas, em primeiro lugar, ame... 
Ame muito. 

Um beijo e um abraço curam a dor, 
quando vêm de lá de dentro. 
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, 
mas AMAR tudo que você tem! 

Por isso, valorize o que você tem 
e as pessoas que estão ao seu lado.


George Carlin

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Imagens recebidas por e-mail.
Vale a pena ver e refletir sobre...



















22 de setembro de 2011

Dez coisas a serem aprendidas com o Japão

1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou PARA ROUBAR O COMÉRCIO

“A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.”

“Saber viver em Paz e com Amor no coração é a única coisa que não dá para deixar para depois.”

Texto recebido por e-mail

20 de setembro de 2011

AMAR A FAMÍLIA OU COMPRAR UMA FAMÍLIA?

Desde pequenos um hábito se instala em nós: resolver problemas comprando coisas. Você já percebeu como essa situação é bastante comum?

Começa quando as crianças vêem anúncios na TV e pressionam os pais para que lhes comprem brinquedos e doces.

Por sua vez, pais e mães também são levados a acreditar que seus filhos serão mais felizes se tiverem mais e mais coisas materiais.

É o consumismo se instalando. Em vez de enfrentarem essa crise educando a criança, em geral os pais a satisfazem.

É uma atitude que reforça a crença de que se pode ter tudo e que as coisas materiais são a razão da felicidade.

Muitos pais, inclusive, tentam compensar as longas horas ausentes de casa fazendo compras exageradas.

Enchem os filhos de objetos e, rapidamente, as crianças aprendem a negociar. Tornam-se cada vez mais exigentes e consumistas.

Na adolescência, as compras continuam: aparelhos eletrônicos substituem os brinquedos. São celulares, computadores e jogos eletrônicos de imediato substituídos, quando surgem novos modelos.

As mesadas se tornam maiores e logo os filhos desaparecem de casa, em companhia de amigos. Vivem em noitadas intermináveis, com fácil acesso ao álcool, fumo e drogadição.

O passo seguinte é comprar-lhes um carro, um apartamento...

E cabe então a pergunta: Nessas quase duas décadas em que vivem com os pais, que aprenderam? Que exemplos receberam?

Será que conhecem verdadeiramente seus pais? Estão preparados para amar ou para comprar?

E o que dizer dos pais? Será que realmente conhecem seus filhos? Sabem de seus sonhos e aspirações? Já ouviram suas frustrações e problemas?

Chega-se então ao mundo adulto. E as situações infelizes continuam a ser resolvidas à base de compras.

Roupas e sapatos, carros, vinhos, jóias. A ostentação esconde a infelicidade.

Falsa é essa felicidade baseada em ter coisas. Ela estimula o materialismo e destrói o que temos de mais belo: a convivência familiar, a construção de lembranças preciosas.

Amar a família inclui sustentá-la em suas necessidades, prover o estudo dos filhos, garantir alimentação e lazer.

Mas, muito diferente é substituir a presença do amor pelo presente – por mais ricamente embalado que seja.

Um filho é uma dádiva Divina. Uma responsabilidade que inclui não apenas dar-lhe coisas materiais, mas dar-lhe suporte emocional, psicológico.

É preciso falar com os filhos, conhecê-los, sondar o que pensam, refletir sobre o que fazem.

O mesmo vale para o casal: depois de alguns anos de convivência, as conversas, antes tão íntimas, costumam ser substituídas por presentes, como flores e jóias.

Aos poucos se esvai a cumplicidade, a parceria e até a atração.

E os pais? Envelhecem sozinhos, cercados de enfermeiras ou de pessoas pagas para tomar conta deles. Velhos pais, isolados, com suas manias e conversas que ninguém quer ouvir.

Quão felizes seriam com visitas e conversas mais longas.

Por tudo isso, reflita hoje: Estou amando ou comprando minha família?

19 de setembro de 2011

Aparição de Nossa Senhora em La Salete - França - 1846

Hoje, 19 de setembro, lembramos a aparição de Maria em La Salette, na França em 1846 aos videntes, Maximino Giraud e Mélanie Calvat. Maria pede que a humanidade se converta e volte para Deus.

Interessante observar que Maria aparece chorando e traz no peito o crucifixo com Jesus pregado e dois símbolos expressivos: martelo e torques. Leia abaixo a mensagem e um pouco da história.

História da Aparição.

Um menino de nome Maximino Giraud, de onze anos, e Mélanie (Mélanie) Calvat, de quinze, estavam cuidando do gado. Mélanie estava acostumada e treinada nesse tipo de trabalho desde os nove anos, mas tudo era novo para Maximino. Seu pai lhe havia pedido que fosse fazer esse serviço como ato generoso, para cooperar com o amigo que estava com o pastor adoentado.

Relata Mélanie:

No dia 18 de setembro de 1846, véspera da Aparição da Santíssima Virgem, eu estava sozinha, como sempre, cuidando do gado do meu patrão; por volta de onze horas vi um menino que se aproximava. Por um momento tive medo, pois achava que todos deviam saber que eu evitava todo tipo de companhia. O menino se aproximou e me disse:

"Ei menina, vou contigo, sou de Corps". A estas palavras minha malícia natural se mostrou e lhe disse: "Não quero ninguém perto de mim. Quero ficar sozinha". Mas ele, senguindo-me, disse: "Meu patrão me enviou aqui para que cuide do gado contigo. Venho de Corps". Afastei-me dele, agastada, dando-lhe a entender que não queria ninguém por perto. Quando estava a certa distância, sentei-me na grama. Normalmente, dessa forma conversava com as florzinhas ou ao Bom Deus.

Depois de um momento, atrás de mim estava Maximino sentado e diretamente me disse:"Deixa-me ficar contigo, me comportarei muito bem". Embora contra minha vontade e sentindo-me incomodada por Maximino, permiti que ficasse. Ao ouvir os sinos de la Salette para o Ângelus, disse-lhe para elevar sua alma a Deus. Ele tirou o chapéu e se manteve em silêncio por um momento. Logo comemos e brincamos juntos. Quando caiu a tarde descemos a montanha e prometemos voltar ao dia seguinte para levar o gado novamente.

No dia seguinte, sábado, 19 de setembro de 1846, o dia estava muito quente e os dois jovenzinhos concordaram em comer seu almoço em um lugar sombreado. Contrariamente a seu costume, eles se estendem sobre a relva... e adormecem. O tempo passa!... Mélanie foi a primeira a despertar:

"Maximino, Maximino, vem depressa, vamos ver nossas vacas... Não sei onde andam!".

Rapidamente sobem a ladeira. Voltando-se, têm diante de si toda a pradaria: as vacas lá estão ruminando calmamente. Os dois pastores se tranquilizam. Mélanie começa a descer. A meio caminho se detém imóvel e pergunta a Maximino se não vê o que ela estava vendo:
"Maximino, olha lá, aquele clarão!".

Maximino corre gritando:
"Onde? Onde?"

Mélanie estende o dedo para o fundo do vale onde haviam dormido. O clarão se mexia e se agitava, como dividindo-se ao meio.

"Oh, meu Deus!", exclamou Mélanie, deixando cair o cajado.

Algo fantasticamente inconcebível a inundava nesse momento e ela se sentiu atraída, com profundo respeito, cheia de amor e o coração batendo mais rapidamente. Viram uma Senhora sentada em uma enorme pedra. Tinha o rosto entre as mãos e chorava amargamente. Mélanie e Maximino estavam com medo e não se mexiam.


A Mensagem de La Salete

A Senhora, pondo-se lentamente de pé e cruzando suavemente seus braços, lhes chamou:

- Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!

Então, as crianças foram até a Bela Senhora. Ela não parava de chorar. "Achávamos que era uma mamãe cujos filhos a tivessem espancado e que se teria refugiado na montanha para chorar".

A Senhora era alta e toda de luz. Vestia-se como as mulheres da região: vestido longo, um grande avental, lenço cruzado e amarrado as costas, touca de componesa. Rosas coroando sua cabeça, ladeando o lenço e ornando seu calçado. Em sua fronte a luz brilhava como um diadema. Em seus olhos havia lágrimas que rolavam pelas faces. Sobre os ombros carregava uma pesada corrente. Uma corrente mais leve prendia sobre o peito um crucifixo resplandecente, com um martelo de um lado, e de outro uma torquês.

ELA disse:

- Se Meu povo não quer submeter-se, sou forçada a deixar cair o braço de Meu Filho. É tão forte e tão pesado que não o posso mais suster.

Há quanto tempo sofro por vós!

Dei-vos seis dias para trabalhar, reservei-me o sétimo, e não mo querem conceder! É isso que torna tão pesado o braço de Meu Filho.

E também os carroceiros não sabem jurar sem usar o Nome de Meu Filho. São essas as duas coisas que tornam tão pesado o braço de Meu Filho.

Se a colheita se estraga, e só por vossa causa. Eu vo-lo mostrei no ano passado com as batatinhas: e vós nem fizestes caso! Ao contrário, quando encontráveis batatinhas estragadas, juráveis usando o Nome de Meu Filho. Elas continuarão assim, e neste ano, para o Natal, não haverá mais.


A palavra "batatinhas" (em francês: 'pommes de terre'), deixa Mélanie intrigada. No dialeto da região, se diz "la truffa". E a palavra 'pommes' lembra-lhe o fruto da macieira. Ela se volta então para Maximino, para lhe pedir uma explicação. A Senhora, porém adianta-se dizendo:

- Não compreendeis, meus filhos? Vou dizê-lo de outro modo.

Retomando pois, as últimas frases no dialeto de Corps ('patois'), língua falada correntemente por Maximino e Mélanie, a Senhora prossegue sempre no dialeto:

- ”Se tiverdes trigo, não se deve semeá-lo. Todo o que semeardes será devorado pelos insetos, e o que produzir se transformará em pó ao ser malhado.

Virá grande fome. Antes que a fome chegue, as crianças menores de sete anos serão acometidas de trevor e morrerão entre as mãos das pessoas que as carregarem. Os outros farão penitência pela fome. As nozes caruncharão, as uvas apodrecerão.“


De repente, a Senhora continuou a falar, mas somente Maximino a entendia. Mélanie percebia seus lábios se moverem, mas nada entendia. Alguns instantes depois, Mélanie por sua vez, pode ouvir, enquanto Maximino, que nada mais entende, faz girar o chapéu na ponta do cajado ou, com a outra, brinca com pedrinhas no chão. "Mas nenhuma sequer tocou os pés da Bela Senhora!", excusar-se-ia alguns dias mais tarde. "Ela me disse alguma coisa ao me dizer:Tu não dirás nem isso. Depois, não compreendia mais nada, e durante esse tempo, eu brincava".

Assim a Bela Senhora falou em segredo a Maximino e depois a Mélanie. E novamente, os dois em conjunto ouviram as seguintes palavras:

- Se se converterem, as pedras e rochedos se transformarão em montões de trigo, e as batatinhas serão semeadas nos roçados.

Fazeis bem vossa oração, meus filhos?

- "Não muito, Senhora", respondem as crianças.

- Ah! Meus filhos, é preciso fazê-la bem, à noite e de manhã, dizendo ao menos um Pai Nosso e uma Ave Maria quando não puderdes rezar mais. Quando puderdes rezar mais, dizei mais.

Durante o verão, só algumas mulheres mais idosas vão à Missa. Os outros trabalham no domingo, durante todo o verão. Durante o inverno, quanto não sabem o que fazer, vão à Missa zombar da religião. Durante a Quaresma vão ao açougue como cães.

Nunca vistes trigo estragado, meus filhos?

- "Não Senhora", responderam eles.

Então Ela se dirigiu a Maximino:

- Mas tu, meu filho, tu deves tê-lo visto uma vez, perto de Coins, com teu pai. O dono da roça disse a teu pai que fosse ver seu trigo estragado. Ambos fostes até lá. Ele tomou duas ou três espigas entre as mãos, esfregou-as e tudo caiu em pó. Ao voltardes, quando estaveis a meia hora de Corps, teu pai te deu um pedaço de pão dizendo-te: "Toma, meu filho, come pão neste ano ainda, pois não sei quem dele comerá no ano próximo, se o trigo continuar assim".

Maximino respondeu:

- "É verdade, Senhora, agora lembro. Há pouco não lembrava mais".

E a Bela Senhora concluiu, não mais em dialeto 'patois', e sim em francês:

- Pois bem, meus filhos, transmitireis isso a todo o meu povo.


Então ela seguiu até o lugar em que haviam subido para ver onde estavam as vacas. Seus pés deslizavam, tocando apenas a ponta da grama, sem dobrá-la. Na colina, a Bela Senhora se deteve. Mélanie e Maximino correram até ela para ver onde ia. A Senhora se eleva rapidamente, permanecendo por uns minutos a alguns metros de altura (3 ou 5 m). Olhou para o céu, olhou à sua direita (na direção de Roma?), à sua esquerda (na direção da França?), olhou para os dois meninos, e se confundiu com o globo de luz que a envolvia. Este então subiu até desaparecer no firmamento.

Depois da aparição

No início, poucos acreditavam no que os dois jovens diziam ter visto e ouvido. Os camponeses que os haviam contratado se surpreendiam com o fato de que, sendo eles tão ignorantes, fossem capazes de transmitir e relatar uma mensagem tão complicada tanto em francês (que não entendiam bem) como em 'patois', em que descreviam exatamente o que diziam.

Na manhã seguinte, Mélanie e Maximino foram levados ao pároco. Era um sacerdote de idade avançada, muito generoso e respeitado. Ao interrogar os dois, ouviu todo o relato, diante do qual ficou muito surpreso e realmente considerou que diziam a verdade. Na missa do domingo seguinte, falou da visita da Senhora e seu pedido. Quando chegou aos ouvidos do Bispo que o pároco havia falado da aparição no púlpito, este foi repreendido e substituído por outro sacerdote. Isso não é de surpreender, pois a Igreja é muito prudente em não fazer juízos apressados sobre aparições.

Mélanie e Maximino eram constantemente interrogados por curiosos e por devotos. Simplesmente contavam a mesma história. Aos que estavam interessados em subir a montanha, mostravam o local exato onde a Senhora havia aparecido. Várias vezes foram ameaçados de prisão se não negassem o que continuavam a dizer. Sem nenhum temor e hesitação, relatavam a todos as mensagens que a Senhora havia dado.

Surgiu uma fonte no lugar onde a Senhora havia aparecido e a água corria colina abaixo. Muitos milagres começaram a acontecer.

As terríveis calamidades anunciadas começaram a se cumprir. A terrível escassez de batatas de 1846 se espalhou, especialmente na Irlanda, onde muitos morreram. A escassez de trigo e milho foi tão severa, que mais de um milhão de pessoas na Europa morreram de fome. Uma enfermidade atacou as uvas em toda a França. Provavelmente o castigo teria sido pior se não fosse pelos que aceitaram a mensagem de La Salette. Muitos começaram a ir à missa. As lojas eram fechadas aos domingos e as pessoas pararam de fazer trabalhos desnecessários do dia do Senhor. Os xingamentos e as blasfêmias foram diminuindo.

A Aprovação Eclesiástica

Esta Aparição da Virgem Santíssima que aconteceu na França em 1846, e foi reconhecida e aprovada pela Igreja, em 1851.

O Bispo de La Salette encarregou a dois teólogos a investigação da aparição e de todas as curas registradas. Durante cinco anos fizeram as mais minuciosas investigações. Em toda a França, em aproximadamente oitenta lugares diferentes, os bispos encarregaram sacerdotes que investigassem as curas milagrosas através das orações a Nossa Senhora de La Salette e da água da fonte. Centenas de graças foram registradas.

O Santo Padre Pio IX aprovou a devoção a Nossa Senhora de La Salette. Pediu aos jovens que lhe enviassem o relato dos segredos por escritos.

Tempo depois dirá o Santo Padre:

Estes são os segredos de La Salette; se o mundo não se arrepender, perecerá".

As Palavras do Papa João Paulo II, sobre La Salette:

"Neste lugar, Maria, a mãe sempre amorosa, mostrou sua dor pelo mal moral causado pela humanidade. Suas lágrimas nos ajudam a entender a gravidade do pecado e a rejeição a Deus, enquanto manifestam ao mesmo tempo a apaixonada fidelidade que Seu Filho mantém com relação a cada pessoa, embora Seu amor redentor esteja marcado com as feridas da traição e do abandono dos homens."

Várias congregações foram fundados pela inspiração de La Salette, entre as quais os Missionários e as Irmãos de Nossa Senhora de La Salette, que se dedicam a propagar a mensagem de reconciliação.

TEXTO: pesquisa na internet.

Santuário de N. Sra da Salette na França

ABAIXO FOTOS DO SANTUÁRIO E SEMINÁRIO EM MARCELINO RAMOS RS




IMAGENS DE NOSSA SENHORA DA SALETTE




INTERCEDA POR NÓS SANTA MÃE DE DEUS!