7 de abril de 2011

Feliz Páscoa

Nesta Páscoa abrace seus amigos 
Porque o abraço transmite vida, 
Acalma o coração aflito, 
Símbolo da amizade, encontro de amigos! 


Nesta Páscoa dê muitos abraços, 
Que mais pobre não vais ficar! 
Abraçar é desejar e querer bem, 
O amor com empenho espalhar! 


Que o seu abraço seja verdadeiro, 
Que o seu sorriso seja sincero, 
Que esta Páscoa seja abençoada 
Ao lado de quem tanto quero.


Feliz Páscoa para todos, 
Os perto e os de longe. 
Sejamos todos fraternos 
Porque em Cristo vivemos. 

Diác. Hermes José Novakoski, PSDP


Desejo à todos vocês uma Feliz Páscoa
Que o Cristo ressuscitado encha vossas vidas com muita paz, amor e renove nosso coração.
Escrevo agora porque estarei um pouco afastado me preparando para a ordenação.
Deus abençoe a todos!

Imagens pesquisadas na internet, site Google

História de São João Calábria

São João Calábria

(1873-1954)
Presbítero

Fundador da Congregação dos Pobres Servos
e das Pobres Servas da Divina Providência

Nasceu em Verona no dia 8 de outubro de 1873, sétimo e último filho de Luís Calábria, sapateiro, e de Ângela Foschio, empregada doméstica e mulher de grande fé, educada pelo Servo de Deus Pe. Nicolau Mazza, em seu Instituto para meninas pobres.


Desde o seu nascimento, a pobreza lhe foi mestra de vida. Vindo a falecer seu pai, teve que interromper a 4a série primária e trabalhar como garçom. Pe. Pedro Scapini, Reitor de São Lourenço, percebendo as virtudes do jovem, preparou-o com aulas particulares para os exames de admissão ao 2° grau, no Seminário. Tendo sido aprovado nos exames, foi admitido e freqüentou o 2° grau como aluno externo. Mas teve que interrompê-lo no 3° ano para prestar o serviço militar.

Neste sentido, o jovem distinguiu-se sobretudo pela sua caridade. Colocou-se a serviço de todos, dedicando-se aos trabalhos mais humildes e arriscados. Conquistou a amizade dos seus colegas e superiores, levando muitos à conversão e à prática da fé.

Terminado o serviço militar, retornou aos estudos. Numa noite fria de novembro de 1897 - quando freqüentava o 1° ano de teologia - regressando do hospital, onde tinha visitado doentes, encontrou encolhido na porta de sua casa um menino fugido dos ciganos. Então, acolhendo-o, levou-o para sua casa e partilhou com ele o seu pequeno quarto. Foi o inicio de suas obras com os meninos órfãos e abandonados.

Depois de alguns meses, fundou a "Pia União para a assistência aos doentes pobres", reunindo um grande número de clérigos e leigos.

Este foi somente o início de uma vida caracterizada totalmente pela caridade. "Todos os instantes de sua vida foram uma personificação do maravilhoso cântico de São Paulo sobre a Caridade", escrevia na sua carta de postulação ao papa Paulo VI uma médica hebréia que o Pe. João Calábria salvou da perseguição nazista e fascista, ocultando-a entre as religiosas do seu Instituto, vestindo-a com o hábito delas.

Em 1910 fundou também o ramo feminino, as " Irmãs ", sendo reconhecida no dia 25 de março de 1952 como Congregação de direito diocesano, com o nome de " Pobres Servas da Divina Providência" e aos 25 de dezembro de 1981 obteve a Aprovação Pontifícia.

Tendo sido ordenado sacerdote no dia 11 de agosto de 1901 foi nomeado Vigário Cooperador na paróquia Santo Estêvão e confessor no Seminário. Dedicou-se com zelo especial às confissões e ao exercício da Caridade, privilegiando sobretudo os mais pobres e marginalizados.

Em 1907, nomeado Vigário da Reitoria de São Benedito ao Monte, começou também a acolher e ajudar espiritualmente alguns soldados. No dia 26 de novembro do mesmo ano, na Rua Case Rotte, iniciou oficialmente o Instituto " Casa Buoni Fanciulli ", que no ano seguinte, foi transferido para um lugar definitivo na Rua San Zeno in Monte, atual Casa Mãe.

Com os meninos, o Senhor mandou-lhe também alguns leigos que desejavam partilhar com ele a própria doação ao Senhor. Com este pequeno grupo de homens entregues totalmente ao Senhor no serviço aos pobres com uma vida radicalmente evangélica, fez com que a Igreja de Verona revivesse o clima da Igreja Apostólica. E aquele primeiro núcleo de homens foi a base da Congregação dos Pobres Servos da Divina Providência, sendo aprovada pelo Bispo de Verona aos 11 de fevereiro de 1932 e obtendo a Aprovação Pontificia aos 25 de abril de 1949.

Logo após a aprovação diocesana, a Congregação difundiu-se em várias regiões da Itália, sempre ao serviço dos pobres, dos abandonados e dos marginalizados. Extendeu a sua ação também aos idosos e doentes, dando vida à " Cittadella della Carità ". O Coração apostólico do Pe. João Calábria pensou também nos Párias da Índia, enviando, no ano de 1934, quatro Irmãos a Vijayavada.

O Pe. João Calábria confiou às duas Congregações a mesma missão que o Senhor lhe inspirou desde quando era um jovem sacerdote: "Mostrar ao mundo que a Divina Providência existe, que Deus não é um estrangeiro, mas que é Pai e cuida de seus filhos, contanto que nós O acolhamos e façamos a nossa parte que é buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça" (cf. Mt 6, 25-34).

Para testemunhar tudo isto, acolheu gratuitamente em suas casas meninos necessitados material e moralmente, criou hospitais e casas para acolher e dar assistência corporal e espiritual aos doentes e idosos. Abriu casas de formação para os jovens e adultos pobres, a fim de ajudá-los a realizar a própria vocação sacerdotal ou religiosa, deixando-os livres para ingressar na diocese ou Congregação que o Senhor lhes tivesse inspirado. Estabeleceu que os seus religiosos exercitassem o apostolado nos lugares mais pobres, "onde não se pode esperar nenhuma recompensa humana".

"Resplandeceu como farol luminoso na Igreja de Deus". São exatamente estas as palavras que o Beato Cardeal Schuster mandou epigrafar sobre o túmulo do Pe. João Calábria.

Desde 1939 até o dia de sua morte, em contraste com seu inato desejo de ocultar-se, alargou os seus horizontes até alcançar as fronteiras da Igreja, " gritando " a todos que o mundo poderia salvar-se somente retornando a Cristo e ao seu Evangelho.

Foi assim que se tornou uma voz profética, um ponto de referência: bispos, sacerdotes, religiosos e leigos, viram nele o guia seguro para eles mesmos e para suas próprias iniciativas.

Os bispos da Conferência Episcopal do Trivêneto, na carta de postulação endereçada ao papa João Paulo II escreveram: "Pe. Calábria, exatamente para preparar a Igreja do ano 2000 - expressão a ele familiar - fez de sua vida um sofrido e enternecido apelo à conversão, à renovação, à hora de Jesus com acentos impressionantes de premente urgência ... Parece-nos que a vida do Pe. Calábria e a sua mesma pessoa constitua uma "profecia" do vosso apaixonado grito a todo o mundo: "Abram as portas a Cristo Redentor!".

Ele compreendeu que nesta radical e profunda renovação espiritual do mundo, deveriam ser envolvidos também os leigos. Por isto, em 1944, fundou a " Família dos Irmãos Externos ", constituída por leigos. Rezou, escreveu, agiu e sofreu também para a unidade dos cristãos. Portanto, manteve fraternas relações com protestantes, ortodoxos e hebreus: escreveu, falou, amou e nunca polemizou. Conquistou com o amor. O Pastor luterano Sune Wiman de Eskilstuna (Suécia) que manteve com Pe. Calábria um abundante intercâmbio epistolar, endereçou no dia 6 de março de 1964 uma carta de postulação ao papa Paulo VI para solicitar-lhe a glorificação do seu venerado amigo.

Este foi o período misteriosamente mais doloroso de sua vida. Parecia que Jesus Cristo o tivesse associado à agonia do Getsêmani e do Calvário, aceitando a sua oferta de ser "vítima" para a santificação da Igreja e para a salvação do mundo. O Beato Cardeal Schuster comparou-o ao Servo de Javé.


Morreu no dia 4 de dezembro de 1954. Na vigília porém, fez o seu último gesto de caridade: ofereceu a sua vida ao Senhor pelo papa Pio XII, que estava agonizando. Deus aceitou sua oferta: Pe. João Calábria morreu e o Papa, misteriosa e repentinamente recuperou a saúde e viveu por mais quatro anos. O mesmo Pontífice, desconhecendo o último gesto de oferta do Pe. Calábria, mas profundo conhecedor de toda a sua vida, recebendo a notícia de sua morte, em um telegrama de pêsames à Congregação, definiu-o "campeão de evangélica caridade ".


O Pe. João Calábria foi beatificado pelo papa João Paulo II no dia 17 de abril de 1988 e canonizado no dia 18 de Abril de 1999.

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Aprendi


Aprendi que quando se está apaixonado.... dá pra notar!

Aprendi que quando uma pessoa me diz...
"Você alegrou meu dia", isso alegra minha vida.

Que ser criança é mais importante que deixar de ser.
Que nunca deves rejeitar um presente de uma criança.

Que sempre posso orar por alguém quando não tenha outro modo de ajudá-lo.

Que não importa o quanto a vida exige que sejas sério.

Todos nós necessitamos um amigo com quem possamos dar gargalhadas.

Que algumas vezes, tudo o que uma pessoa necessita é uma mão
para segurar e um coração para entender.

Que a vida é como uma espiral: quanto mais se aproxima do final, mais rápido caminha.

Que o dinheiro não compra "classe ".

Que essas pequenas coisas que acontecem diariamente,
são as coisas que fazem a vida espetacular.

Que debaixo do duro aspecto das pessoas, ha alguém que quer ser apreciado e amado.

Que Deus não fez tudo num só dia. Então o que me faz pensar que eu posso?

Que ignorar os fatos... não os muda.

Que é o amor, e não o tempo, que cura todas as feridas.

Que cada pessoa que conheces merece ser presenteada com um sorriso.

Aprendi que ninguém é perfeito... até que te apaixonas por alguém.

Aprendi que as oportunidades nunca se perdem, que devemos aproveitá-las.

Aprendi que as pessoas devem dizer palavras suaves e ternas,
porque no futuro poderão ter que engoli-las.

Que um sorriso, é a maneira mais barata de ficar muito mais bonito.

Aprendi que se pode aprender... Ensina-me.

Aprendi de você o que é ser querido.

OBRIGADO POR TUA AMIZADE.

Texto recebido por e-mail sem nome do autor. Conhecendo, avise!

6 de abril de 2011

Aparente derrota do tráfico não significa o fim da violência


Tem notícias que assustam a gente. Parece que o Estado brasileiro quer vencer a violência com repressão e mais violência. Há uma tentativa de mostrar quem é mais forte. Nem sempre a polícia venceu. Muitas vezes foi reprimida.

Enquanto o país não investir em políticas públicas de promoção à pessoa humana, todas as outras ações correm sério risco de fracassar, porque não melhoram a vida das pessoas, apenas abrandam a situação. A reportagem chama a atenção a isso. Acompanhe!


No domingo (28/11), uma ação que reuniu três mil policiais e militares das forças armadas resultou na ocupação do complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Na região, formada por 14 favelas, vivem mais de 400 mil pessoas. Dias antes, a Vila Cruzeiro havia sido tomada numa situação parecida. Com quase 100 suspeitos mortos, o governo do estado anunciou que os traficantes foram vencidos e que as forças armadas permanecerão nas comunidades até o próximo ano.

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) alerta que diferente do que se está sendo noticiado, essa aparente derrota do tráfico não significa o fim da violência. Ele lembra que as ações de enfrentamento nunca trouxeram resultados positivos.

“Nós temos em nossa história republicana, desde Canudos, a ideia de que se resolve as questões do inimigo interno com a ação bélica e militar do Estado. A gente não conseguiu até agora mostrar um resultado diferente do crescimento da própria violência onde o Estado age só dessa maneira. Uma sociedade segura não é uma sociedade com muita polícia, mas uma sociedade que garanta direitos. Qualquer que seja a criminalidade deve ser enfrentada, mas é preciso enfrentar o crime organizado.”

Marcelo acredita que os traficantes se reorganizarão se continuarem recebendo armas e drogas. Para ele, a presença do Estado deveria se dar com a promoção de políticas públicas. No entanto, nos locais dominados pelo tráfico e pelas milícias, há uma ausência total do Estado.

“O que temos aqui é um processo muito mais de acirramento da criminalização da pobreza do que, fundamentalmente, uma política que construa uma sociedade mais justa. Não ter política pública é uma política pública. Esta é a situação do Rio de janeiro.”

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo. 29-Nov-2010


Fome ainda atinge 11,2 milhões no País


Triste realidade pela qual passam muitos brasileiros.

Inaceitável a situação, visto que o Brasil produz tanto. Se a fome existe é porque poucos acumulam, desperdiçam e se acham no direito de ter.

Acompanhe essa reportagem.

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Pelo menos 11,2 milhões de brasileiros passavam fome ou estavam sob risco iminente de não poder comer por falta de dinheiro, aponta o IBGE no estudo Segurança Alimentar, com dados de 2009. Na primeira edição da pesquisa, em 2004, o número era de 14,9 milhões. São 3,7 milhões de pessoas a menos em "situação de insegurança alimentar grave", uma queda de 24,8% em cinco anos. No período, a população do País aumentou 5,5%.

A reportagem é de Felipe Werneck e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 27-11-2010.


O estudo divulgado ontem foi feito em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Para o IBGE, o impacto do Bolsa-Família foi o principal fator para a redução do número de brasileiros que passam fome. O aumento do salário mínimo seria o segundo motivo.

"A queda foi muito importante, mas ainda há 11,2 milhões de pessoas que precisam ser vistas e cuidadas", diz a gerente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, Maria Lucia Vieira. "O objetivo é eliminar essa preocupação".

O secretário executivo do ministério, Rômulo Paes de Sousa, avalia que "o ganho foi excepcional para um período tão curto". Segundo ele, o objetivo do governo é acabar com a fome no País, mas a "supressão completa desse temor leva tempo". Para Sousa, a permanência de mais de 11 milhões de pessoas na situação grave deve ser relativizada. "A questão da insegurança alimentar aparece inclusive no país mais rico do mundo, os Estados Unidos", afirma. "Quando comparamos o Brasil com países que têm economia semelhante e investimento também em política social, como o México, a nossa situação é muito mais favorável", argumenta.

Segundo a pesquisa, apenas 65,8% dos brasileiros estavam em condição de segurança alimentar em 2009, ante 60,1% em 2004. Ou seja, no ano passado mais de um terço da população (34,2%) estava em situação de insegurança. São pessoas que apresentavam alguma restrição alimentar ou, pelo menos, preocupação com a possibilidade de ocorrer restrição por falta de dinheiro para comprar comida. Esse grupo se dividia em três categorias: 20,9% com insegurança leve, 7,4% com moderada e 5,8% na situação grave (11,2 milhões de pessoas). Do total na última classificação, 1 milhão eram crianças de 0 a 4 anos. Em 2004, a situação grave atingia 8,2% da população.

O representante do ministério citou dados do México para afirmar que, lá, 62% encontram-se em situação de insegurança alimentar (leve, moderada e grave). "Nos EUA, a insegurança alimentar moderada e grave era de 5,7% em 2008, antes da crise", afirma Rômulo. "A informação que temos é que a situação piorou em função da crise, por causa do aumento do desemprego."

O IBGE aponta forte associação entre condição alimentar e rendimento das famílias: 58,3% dos domicílios do País na situação de insegurança moderada ou grave tinham até meio salário mínimo per capita ou nenhum rendimento. O estudo também mostra que os porcentuais de insegurança alimentar são mais altos nos domicílios com maior densidade por dormitório.

A gerente da pesquisa ressalta que a redução ocorreu principalmente nos domicílios onde havia crianças, na região Nordeste e na área rural. "O foco do Bolsa Família são domicílios com limitação de renda e com crianças", explica ela. "Se o programa social estiver sendo encaminhado adequadamente, o impacto deve ter sido até mais importante do que o do salário mínimo", diz Maria Lucia.

O IBGE aplicou um questionário com 14 perguntas sobre insegurança alimentar nos domicílios investigados na Pnad. As respostas foram dadas com base na experiência dos entrevistados nos três meses anteriores. Não foi calculado, porém, o porcentual de famílias com insegurança alimentar que eram atendidas pelo Bolsa Família em 2009.

Revisão

O diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e ex-presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Francisco Menezes, defendeu uma "revisão permanente" do benefício do programa. "Acho que o Bolsa Família teve papel grande, porque existem famílias que não têm renda ou ela é muito baixa. Nesse sentido, está bem focado. Mas hoje o valor médio transferido é de até R$ 94, ainda abaixo da linha de pobreza extrema", avalia.

"Defendo uma revisão permanente. Hoje, isso ocorre às vezes. Deveria ser tal como é com salário mínimo, a cada ano. Ainda não é suficiente, mas ajuda muito." Para Menezes, o resultado do estudo mostra que o "progresso foi muito significativo, porque não é fácil fazer a redução".

"Vejo com esperança quando a presidente eleita diz que o foco principal dela vai ser enfrentar a pobreza extrema. Isso é factível, mas vai exigir não só continuidade dessas políticas como capacidade de integração cada vez maior para que se possa de fato erradicar a insegurança alimentar grave."

Link da notícia Para saber a fonte das imagens, clique sobre elas.

Coroazinha à Divina Providência

INTRODUÇÃO
Animador: Nosso auxílio está no nome do Senhor.
Todos: Que fez o céu e a terra.

INVOCAÇÕES: (após cada dezena)
A - Sacratíssimo coração de Jesus!
T - Socorrei-nos!
A - Puríssimo coração de Maria!
T - Socorrei-nos! 

(Para rezar dez vezes)
A - Divina Providência!
T - Provede-nos!
(assim se prossegue por três dezenas) 

NO FINAL
A - Olhai-nos, ó Mãe, com vossos olhos de piedade!
T - Socorrei-nos, ó Rainha, com a vossa caridade!

A - Ave Maria...
T - Santa Maria... 

A - Ó Pai, ó Filho, ó Espírito Santo; Santíssima Trindade, Maria, Anjos e santos todos do céu, nós vos pedimos esta graça pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo
T - Como era no princípio agora e sempre. Amém. 

A - São José.
T - Rogai por nós!

A - São João Calábria.
T - Rogai por nós! 

A - Pelas almas do purgatório.
T - Dai-lhes, Senhor, o repouso eterno e brilhe para elas a vossa luz. Descansem em paz. Amém. 

A - Pelos nossos benfeitores.
T - Dignai-vos, Senhor, pelo amor do vosso nome, dar a todos aqueles que nos fazem o bem, a vida eterna. Amém.


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Oração a São João Calábria

Ó Deus todo-poderoso, vos louvamos pela providência com que conduzis o universo e a nossa vida. Agradecemo-vos pelo dom da santidade evangélica que concedestes ao vosso servo, São João Calábria. Animados pelo seu exemplo, colocamos em vós todas as nossas preocupações, desejando que aconteça o vosso Reino. 

Dai-nos o vosso Espírito para que torne o nosso coração simples e disponível à vossa vontade. Fazei que amemos os irmãos, sobretudo os mais pobres e abandonados, para chegar um dia, juntamente com eles, a alegria eterna, onde nos esperais com Jesus, vosso Filho e Nosso Senhor. 
Pela intercessão de São João Calábria, concedei-nos a graça que agora com confiança vos pedimos... 

São João Calábria, rogai por nós.

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Oração do Educador Calabriano



Deus de bondade e ternura! 

Te louvamos porque nos chamastes a fazer parte da família calabriana. 

Te agradecemos pelas crianças e adolescentes, pérolas da Obra, que dia a dia convivem conosco, e nos desafiam a descobrir Tua presença em cada uma delas. 

Te pedimos, Senhor da Vida, que Tu sejas a nossa força, nos momentos difíceis; 

Que Tu sejas a luz, quando não conseguirmos descobrir o caminho a seguir; 

Que Tu nos ensines a ser pai, mãe, mestre e amigo destes teus filhos e filhas. 

Deus de bondade e ternura, enche nosso coração de Tua vida, para que possamos ser, para estes pequenos, pessoas que transmitem paz, esperança e alegria. 

Que a exemplo de São João Calábria, façamos da nossa profissão a nossa missão. 
Amém.


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Oração para pedir graças ao Servo de Deus Ir. Francisco Perez


Ó Deus Pai, amor infinito, nós vos louvamos e vos agradecemos pelas maravilhas que operastes em vosso servo Francisco Perez. 

Agradecemos-vos pela sua caridade generosa, pela sua humildade, fé e espírito de oração; pelos dons da retidão e da sabedoria cristã dos quais deu testemunho luminoso no desempenho dos cargos públicos. 

Agradecemos-vos pela sua renuncia total aos bens terrenos e pelo o exemplo com qual nos ensinou a amar e servir aos pobres. 


E nós vos pedimos, o Pai, de glorificar sobre a terra este vosso servo, a fim de que, seguindo seu exemplo, os homens do nosso tempo animados a realizar em suas vidas as obras do Evangelho. 

Atendei com bondade a nossa oração, concedendo-nos a graça que por sua intercessão encarecidamente vos pedimos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém!


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Orações à Providência

ORAÇÃO À PROVIDÊNCIA I 

A - Não vos inquieteis com que haveis de comer. 
T Buscai primeiro o Reino de Deus e o resto vos será dado por acréscimo. 

A - Não vos inquieteis com o que haveis de vestir. 
T - Buscai primeiro o Reino de Deus e o resto vos será dado por acréscimo.

A - Vede os pássaros do céu que não semeia, nem colhem e o Pai do céu os alimenta. 
T - Buscai primeiro o Reino de Deus e o resto vos será dado por acréscimo.

Oremos: Nós vos pedimos ó Deus, que vossa graça jamais nos abandone, que ela nos consagre ao vosso serviço e nos obtenha a vossa assistência para sempre. Por Cristo Senhor nosso. Am
ém!

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ORAÇÃO À PROVIDÊNCIA II

Ó Jesus que dissestes: “Buscai e encontrareis, batei e conseguireis”. Eis que busco, bato e peço a graça da Providência.

Ó Jesus que dissestes: “Qualquer coisa que pedirdes ao meu pai no meu nome, Ele vo-lo dará”. É a vosso Pai e no vosso nome que eu peço a graça da Providência.

Ó Jesus que dissestes: “Céus e terra passarão, mas minha palavra não passará”. Jesus, concedei-me a graça da Providência.

Ó Jesus que dissestes: “Tudo o que rezando com, fé, o conseguireis”. Jesus, eu estou certo da vossa Providência.



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5 de abril de 2011

Oração da Família Calabriana e Ladainha de São João Calábria



ORAÇÃO DA FAMÍLIA CALABRIANA 


Ó Senhor, Deus Pai Onipotente, olhai com benevolência para todos nós, membros de vossa família; dignai-vos enriquecer-nos com a vossa vida e animar-nos com vosso Espírito, para que respondamos fielmente ao vosso chamado. 

Conservai-nos sempre, ó Senhor, no vosso amor pela intercessão da Imaculada Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos, de São José, de São João Calábria e de todos os nossos santos Patronos. 

Enviai-nos irmãos, irmãs e leigos de espírito apostólico, para que, unidos numa só família, acreditemos em Vós e na vossa Palavra. 

Fazei que, libertos das preocupações deste mundo, repletos de confiança em vossa Providência, e em comunhão com quem vos representa, estejamos prontos a fazer vossa vontade e a sofrer com Cristo para que as almas acolham o vosso Santo Reino.
Amém.


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LADAINHA DE SÃO JOÃO CALÁBRIA 

Senhor tende piedade de nós 

Cristo tende piedade de nós 

Senhor tende piedade de nós 

São João Calábria, revelador da paternidade de Deus 
Intercedei por nós!

Campeão de evangélica Caridade 
Intercedei por nós!

Testemunho de fé inabalável 
Intercedei por nós!

Evangelho vivo 
Intercedei por nós!

Farol luminoso da Igreja de Cristo 
Intercedei por nós!

Pai dos pobres 
Intercedei por nós!

Homem de profunda oração 
Intercedei por nós!

Amante da Palavra e da Eucaristia 
Intercedei por nós!

Patrono da providência 
Intercedei por nós!

Modelo de coração apostólico 
Intercedei por nós!

Presença de pai para os abandonados 
Intercedei por nós!

Amigo da juventude 
Intercedei por nós!

Motivador das vocações e carismas 
Intercedei por nós!

Incentivador dos leigos na evangelização 
Intercedei por nós!

Precursor da unidade 
Intercedei por nós!

Vítima oferente para a humanidade 
Intercedei por nós!

Sensível aos sinais dos tempos 
Intercedei por nós!

Verdadeiro exemplo de humanidade 
Intercedei por nós!

Devoto ardoroso da Virgem Maria 
Intercedei por nós!

Pai e protetor de toda Família Calabriana 
Intercedei por nós!

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo 
Intercedei por nós!

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo 
Intercedei por nós!

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo 
Intercedei por nós!

Oração 

Deus, Pai todo-poderoso, que para reavivar no mundo a confiança em vossa paternidade e o abandono filial à vossa Providência, suscitastes na Igreja o sacerdote João Calábria, concedei-nos, por sua intercessão, que animados pelo mesmo espírito, possamos reconhecer e servir o vosso próprio Filho em nossos irmãos e irmãs pobres e sofredores. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!


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4 de abril de 2011

Celebração nas casas lares

Participei na segunda-feira, 4 de abril, da celebração da missa na casa lar Pérolas do Amanhecer do Abrigo João Paulo II em Porto Alegre RS.
Foi um momento de fé e alegria. Oportunidade de rever os amigos.




Saiba mais sobre o Abrigo, visitando o site.

2 de abril de 2011

Canonização de João Calábria completa doze anos


João Calábria, fundador das Congregações Pobres Servos da Divina Providência e Pobres Servas da Divina Providência, foi canonizado em 18 de Abril de 1999, na Praça da Basílica de São Pedro, em Roma. Neste ano, celebramos 12 anos deste importante acontecimento na vida das Congregações. Com a canonização (santo), a veneração e o culto são estendidos ao mundo inteiro. O nome e o dia de sua festa são colocados no calendário universal da Igreja (08/10).
            São João Calábria foi sensível às necessidades de seu tempo. Sofria junto com as crianças e adolescentes abandonados e marginalizados. Preocupado com o futuro deles, começou o trabalho de acolhida e promoção dessas crianças e adolescentes em sua humilde e pobre casa.
            Sentia-se impelido interiormente por um desejo intenso de ser todo de Jesus e amar as almas com um imenso amor. Havia tomado o solícito cuidado dos meninos abandonados que a Providência lhe fazia encontrar pouco a pouco. Além de esforçar-se de todas as formas para prover-lhes casa e educação, a alguns acolhia em sua paupérrima casa.
            Calábria foi um santo homem que marcou a história. Podemos notar isso no depoimento de algumas pessoas.
            O Bispo de Verona, Dom José Carraro, no primeiro centenário do nascimento de Calábria, em 8 de Outubro de 1973, prevendo sua canonização escreve:
            - "Agradecemos a Deus por ter dado à Igreja de Verona a esplendorosa e amável figura de Padre João Calábria. Ao tentar analisá-lo atentamente, parece um prisma de diversas faces. Há, porém, uma luz interior que ilumina a todos, que é a fidelidade ao Evangelho. Uma fidelidade simples, linear e robusta, nutrida de abandono à Providência. Uma fidelidade simples, de intensa oração, de amor obediente à Igreja, de serviço incondicional aos mais pobres e aos abandonados. No Padre Calábria, Deus presenteou um grande dom à Igreja de São Zeno (Verona - Itália). Que ele permaneça como um luminoso farol para nos mostrar o verdadeiro caminho da "renovação" promovida pelo Concílio. Que tal renovação permaneça como um ponto de referência e de verificação da autêntica apostolica vivendi forma, que hoje muitos invocam e procuram. Que sua voz ressoe ainda para exortar, admoestar, chamar de volta... E que ele una a sua súplica à nossa para obter uma renovada primavera de santos na Igreja de São Zeno e na Igreja Universal."
           Em 4 de Dezembro de 1984, Monsenhor José Amari dizia:
           - "Padre Calábria pregou o Evangelho com a própria vida, com as obras, com a palavra. Seu sacerdócio profético não conheceu pausas, nem rotinas, nem desgastes. [...] Mas o que nele surpreende - considerada a impressionante aceleração da história destes últimos anos - é a atualidade de sua mensagem, como se ele tivesse a intuição profética dos tempos que só agora estamos vivendo."
            Transcrevemos também a Homilia do Papa João Paulo II no dia da Canonização:
            - "[...] tomou o pão e abençoou, depois o partiu e deu a eles. Nisso os olhos dos discípulos se abriram, e eles reconheceram Jesus" (Lc. 24,30-31).
            Há pouco escutamos estas palavras do Evangelho de Lucas: elas narram o encontro de Jesus com dois discípulos rumo a Emaús, no dia da Ressurreição. Esse encontro inesperado faz nascer no coração dos dois peregrinos desanimados a alegria e reacende neles a esperança. O Evangelho lembra que, quando o reconheceram, "na mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém" (Lc 24,33). Eles sentiam a
necessidade de contar aos Apóstolos "o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus quando ele partiu o pão (Lc 24,35).
            No coração dos que crêem, quando se encontram pessoalmente com Ele, brota o desejo de dar testemunho de Jesus. É o que aconteceu aos três novos santos que hoje tenho a alegria de elevar à glória dos altares: João Calábria, Marcelino Champagnat e Agostina Lívia Pietrantoni. Eles abriram os olhos diante dos sinais da presença de Cristo. Adoraram-no e acolheram-no na Eucaristia; amaram-no nos irmãos mais necessitados e reconheceram os traços do seu plano de salvação nos acontecimentos da vida cotidiana.
            Escutaram as palavras de Jesus e permaneceram em sua companhia sentindo arder o coração em seu peito. Qual fascínio indescritível exerce a misteriosa presença do Senhor naqueles que o acolhem! É a experiência dos santos. É a mesma experiência espiritual que nós também podemos ter andando pelas estradas desta terra em direção à Pátria Celeste. O ressuscitado vem também ao nosso encontro com a sua Palavra, revelando-nos o seu amor infinito no sacramento do pão eucarístico, repartido para a salvação de toda a humanidade. Possam os olhos de o nosso espírito abrir-se à sua verdade e ao seu amor, como aconteceu com o padre João Calábria [...].
            "Deus ressuscitou este Jesus. E nós somos testemunhas disso" (At2,32). "E, nós todos somos testemunhas disso": é Pedro quem fala em nome dos apóstolos. Na voz dele, reconhecemos a voz de outros numerosos discípulos que, no decorrer dos séculos, fizeram da sua vida um testemunho do Senhor morto e ressuscitado. Os santos hoje canonizados unem-se a este coro. Une-se o Padre João Calábria, testemunha exemplar da ressurreição. Nele resplandecem a fé ardente, a caridade genuína, o espírito de sacrifício, o amor à pobreza, o zelo pelas almas e a fidelidade à Igreja. [...]
            Toda a existência de João Calábria foi Evangelho Vivo, transbordante de caridade: caridade para com Deus e caridade para com os irmãos, sobretudo os mais pobres. A fonte de seu amor para com o próximo era a confiança ilimitada e o abandono filial que sentia em relação ao Pai celeste. Gostaria de repetir aos seus colaboradores as
palavras evangélicas:
            - "Em primeiro lugar, busquem o Reino de Deus e a sua justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo, todas essas coisas" (MT 6,33). [...] (João Paulo II, 18 de abril de 1999 - Basílica de São Pedro)
           A vida de São João Calábria é um exemplo de como devemos viver, buscando em tudo a vontade de Deus e confiando na sua Providência.
           São João Calábria continua sendo um homem para os tempos atuais. Seu clamor em defesa da vida dos mais necessitados continua ecoando em todos os sacerdotes, irmãos, irmãs e leigos que fazem parte da família calabriana. Sua inquietude continua viva, fazendo com isso que o carisma e o Evangelho cheguem a muitas outras pessoas.
           A família calabriana do Brasil e no mundo rendem louvores a Deus por esta graça e bênção que é Calábria.

São João Calábria. Rogai por nós.

Marituba, abril de 2011

Diácono Hermes José Novakoski, PSDP




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